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Ministro da Previdência Social

GARIBALDI ALVES FILHO

Garibaldi Alves Filho nasceu em 4 de fevereiro de 1947, em Natal, Rio Grande do Norte. Filho de Garibaldi Alves e Maria Vanice Chaves Alves, Garibaldi é o mais velho dos quatro filhos do casal. Sua formação escolar básica foi feita no Marista e no Atheneu. Após isso, Garibaldi Filho cursou Direito, na Universidade Federal do Rio Grande do  Norte, concluindo o bacharelado no início da década de 70. O senador é casado com Denise Pereira Alves, com quem teve dois filhos: Walter Pereira Alves (deputado estadual) e Bruno Pereira Alves (empresário).

Além do Direito, profissionalmente, o senador também se dedicou ao jornalismo, área na qual atuou (e atua até hoje) apresentando programas no rádio e escrevendo artigos para jornais.

A vida pública do senador começou em 1966, quando ele foi nomeado chefe da Casa Civil da Prefeitura de Natal, na administração Agnelo Alves. Garibaldi Filho ficou no cargo até 1969.

Em 1971, pelo PMDB, a primeira eleição: Garibaldi Filho foi eleito para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e iniciou uma série de quatro mandatos consecutivos (71 a 75; 75 a 79; 79 a 83; 83 a 85).

Em 1985, o ex‐chefe da Casa Civil concorreu à prefeitura de Natal foi eleito prefeito. Garibaldi Filho administrou Natal de 1986 a 1988 e sua gestão até hoje é lembrada como uma das melhores que a cidade já teve. Dois anos depois, um novo desafio: Garibaldi Filho disputou pela primeira vez uma vaga ao Senado. Ele se elegeu e passou a ter contato com o Legislativo Federal.

Em 1994, Garibaldi Filho foi escolhido o candidato do PMDB ao Governo do Estado. Mais uma vez foi eleito. A eleição para o Executivo fez com que ele renunciasse à cadeira de senador para iniciar, em 1º de janeiro de 1995, a administração que ficaria conhecida como “o governo das águas”.

Quatro anos após a primeira eleição, Garibaldi Filho disputou a reeleição ao governo e novamente foi eleito. Mas desta vez não cumpriu o mandato até o fim.

Em 7 de abril de 2002, ele renunciou ao mandato no Executivo para poder disputar pela segunda vez uma vaga ao Senado. Nesta eleição, seus suplentes foram João Faustino e Carlos Alberto Torres (1945 – 1998). Ele foi eleito para o período de fevereiro de 2003 a 21 de janeiro de 2011. Em 2006, novamente convocado pelo PMDB, Garibaldi Filho disputou a eleição para o Governo do Estado, mas não teve êxito.

Em 2008, Garibaldi Filho foi eleito presidente do Senado Federal. A administração do senador à frente daquele parlamento foi muito elogiada pelo caráter independente que ele imprimiu à frente do Legislativo. Após deixar a presidência, ele se dedicou a presidir a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, uma das mais importantes da Casa. Um fato relevante de sua carreira política é que ele sempre
pertenceu aos quadros do PMDB.

Em 2010, Garibaldi Filho foi reeleito com 1.042.272 de votos, a maior votação já obtida por um político no Rio Grande do Norte. Seu suplente é o deputado estadual Paulo Davim (PV).
Em janeiro de 2011, assumiu o Ministério da Previdência Social.

Eleições

Em quatro décadas de vida política, o senador Garibaldi Filho participou de 10 eleições.
Contabilizando as votações desse período, segundo dados pesquisados no TRE e no
TSE, ele recebeu um total de 4.927.696 votos. Confira a seguir os detalhes de cada
eleição:

1970: Disputa pela primeira vez uma eleição. E é eleito para o primeiro mandato de
deputado estadual com 22.266 votos. Foi o mais votado daquele ano.

1974: Tenta a reeleição e consegue, obtendo votação de 18.469.

1978: Mais um mandato para a Assembleia é conquistado com uma votação de 15.682.

1982: Disputa o quarto mandato como deputado. Reelege‐se com 63.895

1985: Garibaldi Filho entra na disputa pela Prefeitura de Natal. E vence com 97.920 votos

1990: Tenta pela primeira vez uma vaga no Senado. A eleição é obtida com um total de
404.206 votos.

1994: Retorna ao Estado para disputar a eleição para governador. Consegue se eleger
obtendo 489.766 votos.

1998: Reelege‐se governador do Rio Grande do Norte com uma votação de 560.682.

2002: Deixa o governo do Estado para concorrer novamente a uma vaga ao Senado. É eleito
com 714.363 votos.

2006: Disputa a eleição para o governo do Estado. Nos dois turnos obteve um total de
1.498.175 votos.

2008: É eleito pelos senadores presidente do Senado e, consequentemente do Congresso
Nacional. Torna‐se o primeiro potiguar eleito para a função.

2010: É reeleito para o Senado com uma votação recorde: 1.042.272 votos. A maior votação
já obtida num único turno por um político no Rio Grande do Norte.

2011: Em janeiro, é nomeado pela presidenta Dilma Rousseff ministro da Previdência Social.