PR: Servidores e terceirizados unidos no combate ao Aedes Aegypti

Publicado: 03/02/2016 18:49
Última modificação: 11/02/2016 17:21

De Curitiba (PR) – Nesta primeira semana de fevereiro, o Governo Federal deflagrou uma campanha para engajar seus servidores no combate ao mosquito transmissor da dengue e outras doenças, o Aedes Aegypti. Para mobilizar mais colaboradores nesse mutirão, na tarde desta terça-feira (2), a Gerência Executiva (GEX) do INSS em Curitiba (PR) se reuniu com representantes das empresas que prestam serviços terceirizados de limpeza e manutenção predial. Durante o encontro, foram definidas ações e medidas preventivas a serem adotadas não apenas durante a campanha, mas durante todo o ano.

Entre as ações a serem desenvolvidas está o corte da grama e a manutenção dos jardins de todas as unidades do INSS em Curitiba e região metropolitana, evitando o acúmulo de água em vasos de plantas e em qualquer outro objeto que possa servir de criadouro para o mosquito. Os sacos de lixo devem ser vedados adequadamente e as garrafas descartadas sempre depositadas com a boca para baixo. Um cronograma para a higienização das caixas de água já foi elaborado. Provavelmente, o trabalho deverá iniciar em Paranaguá, cidade que tem apresentado os índices mais altos de contaminação pelo mosquito no âmbito da Gerência Executiva.

O chefe da Seção de Logística, Licitação e Contratos e Engenharia, Alexandre Neves Pereira, ressaltou que todos os prédios e terrenos de responsabilidade da GEX, inclusive os não ocupados, deverão passar por um processo de verificação e limpeza. Apesar do apelo do Governo Federal para a importância do combate ao mosquito estar direcionado a todos os servidores, os trabalhadores terceirizados circulam por todos os ambientes das unidades, inclusive pátios, o que permite que eles ampliem a cobertura das áreas, conforme lembra a chefe do Serviço de Administração, Eliana Braga Oda. “É importante fazer um trabalho conjunto e contínuo de prevenção, não apenas em razão da campanha, mas buscando trazer uma mudança cultural”, afirma. (ACS/PR)