GESTÃO: Diálogo sobre as MP 664 e 665 continua com a CNBB e Pastorais Sociais

Publicado: 12/03/2015 19:39
Última modificação: 12/03/2015 19:39

Ministro Gabas reitera necessidade de ajustes para garantir a sustentabilidade da Previdência Social

Gabas fala da necessidade de aprovação das regras das MPs para garantir a sustentabilidade da Previdência Social. (Foto: Erasmo Salomão/MPS)

Gabas fala da necessidade de aprovação das regras das MPs para garantir a sustentabilidade da Previdência Social. (Foto: Erasmo Salomão/MPS)

Da Redação (DF) – Em encontro nesta quinta-feira (6), na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os ministros da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas; do Trabalho, Manoel Dias; e da Pesca, Helder Barbalho, conversaram com as Pastorais Sociais sobre as regras contidas nas Medidas Provisórias nº 664 e nº 665, que ajustam o acesso a benefícios como a pensão por morte, auxilio doença, abono salarial e seguro defeso.

Os ministros foram recebidos pelo arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, que destacou o ineditismo do encontro. “É a primeira vez que temos três ministros aqui para tratar, com as Pastorais Sociais, de assuntos que interessam os mais necessitados”, observou dom Damasceno, que estava acompanhado do secretário geral da entidade, dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar de Brasília.

Dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, que coordenou a reunião – que teve ainda a participação do secretário executivo do MPS, Marcelo Siqueira, e técnicos das demais pastas – fez questão de afirmar que “a opção da Igreja pelos necessitados não é política, nem ideológica, mas decorrente da nossa fé”.

O ministro Carlos Gabas falou da necessidade de aprovação das regras para garantir a sustentabilidade da Previdência Social para as futuras gerações e esclareceu dúvidas relativas à MP 664. “O mínimo das pensões por morte será o salário mínimo, que é o piso previdenciário. Ninguém receberá menos. Para as pensões mais altas haverá um escalonamento de valor que começa com 60% do total do benefício”, reiterou o ministro.

O ministro do Trabalho e o ministro da Pesca também elucidaram pontos relacionados com as suas áreas contidas na Medida Provisória 665. Além das reuniões com entidades da sociedade civil, como as centrais sindicais e movimentos de mulheres, os ministros também estão conversando sobre as MP com os partidos políticos. Na manhã desta quinta-feira, o ministro Gabas e o ministro Pepe Vargas, das Relações Institucionais, se reuniram com a bancada do PSD na Câmara dos Deputados.

 

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